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Aqui teremos textos escritos pelo santo Padre o PAPA João Paulo II e notícias interessantes sobre a IGREJA CATÓLICA.

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PAPA REITERA NECESSIDADE DE CRESCIMENTO ESPIRITUAL

Domingo, 10 de março de 2002, 11h18
O Papa João Paulo II disse hoje, domingo, que não existem "caminhos intermediários" para encontrar Jesus, e destacou a necessidade de os cristãos se esforçarem para conquistar o crescimento espiritual. Lembrando a cura milagrosa feita por Jesus Cristo de um homem que tinha nascido cego, o Papa afirmou que "ou reconhecemos que precisamos (de Deus), ou nos afastamos de seu caminho".
Ele falou diante de milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro do Vaticano, para a tradicional reza do Ângelus neste domingo de Quaresma. Da janela de seu apartamento, João Paulo II, com aspecto e voz cansados, disse que o cego representa o homem marcado pelo pecado, que julga conhecer a verdade sobre si mesmo e seu próprio destino.
"Ninguém deve fechar seu coração a Cristo. Ele dá a quem O recebe a luz da fé, capaz de transformar os corações e, por isso, as mentalidades e as situações sociais, políticas e econômicas dominadas pelo pecado", afirmou.

PAPA ENALTECE FIGURA DOS PAIS


João Paulo II recordou exemplo de S. José

O papa João Paulo II realçou hoje a figura dos pais que, com o exemplo de uma vida simples, incutiram nos seus filhos o valor da fé. A afirmação foi proferida perante vários milhares de pessoas, que se reuniram, ontem, na Praça de São Pedro, no Vaticano, para a oração Angelus, ato que serviu para lembrar que, amanhã, se celebra a festa de S. José, Dia do Pai.
O Sumo Pontífice da Igreja Católica Romana declarou, também, que o mundo requer pais com "uma forte vida interior" que possam cumprir de forma exemplar a sua missão na família e na sociedade.
O bispo de Roma destacou a "extrema discrição" de S. José, a quem definiu como "um homem justo". O papa Wojtyla assegurou que rezará por todos os pais no dia 19 e que pedirá a Deus que sejam "homens de robusta vida interior, para que possam desenvolver a missão que lhes foi encomendada na família e sociedade".

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Papa condena manipulação genética e fecundação artificial
16:30 - 04/02/2002



O Papa João Paulo II pediu ontem o reconhecimento jurídico do embrião humano, em 'particular seu direito fundamental à vida', durante o ângelus na Praça São Pedro. Ele lembrou que todo ser humano deve 'ter garantido seu direito de se desenvolver segundo seu próprio potencial e assegurada a inviolabilidade da concepção até a morte natural'. - Ninguém, destacou o Papa, é dono da vida, ninguém tem direito de manipular, oprimir ou tirar a vida, seja a do próximo ou a sua própria, e ainda menos fazê-lo em nome de Deus - acrescentou. O novo chamado do Papa em favor da vida condena o aborto, a eutanásia, a manipulação genética, a fecundação artificial e 'quem mata em nome de Deus'.

PAPA CONSIDERA ABORTO UMA TENDÊNCIA TOTALITÁRIA

Quarta, 27 de fevereiro de 2002, 17h57
O Papa João Paulo II denunciou hoje a "falsa interpretação" dos direitos humanos, que reconhecem o direito à vida e à integridade física somente para as pessoas já nascidas, e qualificou esse ponto de vista, que aceita o aborto, de tendência "totalitária".
"A Igreja afirma o direito à vida de cada ser humano inocente em cada momento de sua existência", recordou durante uma audiência concedida aos participantes da VII Assembléia Geral da Academia Pontifícia, em um novo ataque contra o aborto.
"A diferença que se faz às vezes em alguns documentos oficiais entre ser humano e pessoa humana, para depois se reconhecer o direito à vida e à integridade física somente às pessoas já nascidas, é uma distinção artificial, sem fundamento científico ou filosófico", afirmou.
"Cada ser humano, desde sua concepção até sua morte natural, tem o direito inviolável à vida e merece todo o respeito devido a uma pessoa humana", insistiu o Sumo Pontífice em uma clara alusão ao aborto.
"Já denunciei na encíclica Evangelium Vitae o grave perigo que constitui essa falsa interpretação dos direitos do homem, que consiste em não levar em consideração a realidade da natureza humana, e que pode levar os regimes democráticos a se tornarem regimes totalitários", concluiu.

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RELIGIOSO DIZ QUE PAPA REALIZOU TRÊS EXORCISMOS





Segunda, 18 de fevereiro de 2002, 10h45
O Papa João Paulo II realizou três exorcismos durante seu pontificado, um deles em setembro de 2001, segundo o religioso italiano Gabriele Amorth, exorcista conhecido. "Pelo que sei, o Papa realizou três exorcismos durante seu pontificado. O mais conhecido foi o realizado em 1982 (quatro anos depois de sua eleição) no Vaticano, em uma jovem, que se retorcia no chão durante a audiência geral. Coisas que nunca haviam sido vistas no Vaticano", afirmou o religioso ao jornal La Stampa.

"A última vez foi em setembro passado, quando exorcizou uma jovem, que logo em seguida eu continuei exorcizando. Um caso gravíssimo", contou o religioso, sem acrescentar detalhes sobre a vítima. "Com esses exorcismos o Papa quer dar o exemplo, convidar a exorcizar os que foram possuídos pelos demônio", explicou Gabriele.

Domingo, João Paulo II lembrou que "o demônio está presente em nossa vida cotidiana" e convidou a cumprir "exercícios espirituais" e a vigiar e reagir rapidamente a ataques da tentação". "A Igreja oferece os instrumentos, os sacramentos, a penitência, o jejum (...) para vencer a sedução de Satanas", acrescentou o Papa.

Ao comentar os casos que encontrou no decorrer de sua "carreira" de exorcista, Gabriele Amorth lembrou de uma pessoa que só falava em italiano, mas que podia entender tudo que o lhe dizia em "latim, alemão, inglês, hebraico, árabe e coreano". Para ele, "o demônio está sempre em atividade. Vivemos em uma época que há menos fé, enquanto aumentam as superstições, o ocultismo, o espiritismo, a magia. O demônio nos bombardeia com tentações", comentou.

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Papa explica o significado da Páscoa para milhares de fiéis

Agência EFE

O Papa apareceu hoje, quarta-feira, na praça de São Pedro diante de milhares de fiéis de vários países e explicou o significado da Páscoa através de um dos salmos.

Depois da Santa Fé confirmar ontem, terça-feira, que o Pontífice não será operado da sua artrite no joelho direito, João Paulo II realizou hoje a tradicional audiência geral da quarta-feira, na praça vaticana, à qual chegou no carro branco que utiliza para se deslocar.

Antes de iniciar a reza de Regina Coeli, que neste período substitui o Angelus, o Pontífice explicou em vários idiomas o significado da Páscoa.

"Tempo no qual comemoramos -disse- o triunfo de Cristo sobre o mal e a morte, já que com sua morte e ressurreição foi instaurado de modo definitivo o reino da justiça e do amor desejado por Deus".

"O anúncio do Reino de Deus ocupa um lugar importante na predicação de Jesus, nos fazendo ver que dentro da história há um projeto, um plano desejado por Deus e que foi realizado na Páscoa, com a morte e a ressurreição de Jesus", disse o Papa.

RCC REUNE 80 MILHÕES DE CATÓLICOS


João Paulo II celebrou nesta quinta-feira os trinta anos do nascimento da Renovação Carismática na Itália recebendo uma delegação de membros deste movimento eclesial espalhado por todo o mundo.

«Sim! - exclamou com entusiasmo o Papa ao dar as boas vindas aos «carismáticos», como comumente são conhecidos - a Renovação Carismática pode ser considerada como um dom especial do Espírito Santo à Igreja em nosso tempo».

A Renovação no Espírito Santo, assim é chamada na Itália, conta na Itália com mais de 200 mil membros, distribuídos em 1.800 comunidades ou grupos de oração. Segundo cálculos citados nesta Quinta-feira pela Rádio Vaticano, o movimento reune no mundo cerca de 80 milhões de católicos.

O Santo Padre agradeceu em particular o espírito com o qual cresce a Renovação na Itália, caracterizada pela «colaboração com a Hierarquia e com os responsáveis dos demais movimentos, associações e comunidades».

«Nascido na Igreja e para a Igreja - constatou -, em vosso movimento se experimenta à luz do Evangelho o encontro vivo com Jesus, a fidelidade a Deus na oração pessoal e comunitária, a escuta confiante da Palavra, a descoberta vital dos Sacramentos, assim como a valentia nas provas e a esperança nas tribulações».

O bispo de Roma acrescentou que «o amor à Igreja e a adesão a seu Magistério, num caminho de amadurescimento eclesial apoiado por uma sólida formação permanente, são sinais eloqüentes do compromisso da RCC para evitar o risco de estacionar, sem querer, em uma experiência meramente emocional do divino». Este risco, continuou o pontífice, pode se observar «numa busca exagerada do "extraordinário".

Ao final do encontro, o Papa abençoou três projetos lançados pela Renovação Carismática na Itália.

O primeiro é o apoio à implantação da Igreja na Moldavia, em colaboração com a Fundação «Regina Pacis» da arquidiocese italiana de Lecce. Esta instituição, entre outras coisas, libertou da escravidão da prostituição em que estavam confinadas centenas de jovens moldavas na Itália.

O segundo projeto incentivado pelo pontífice é fruto da animação espiritual realizada por membros da Renovação Carismática nos santuários marianos, «lugares privilegiados do Espírito», reconheceu o Papa, «que possibilitam oferecer aos peregrinos caminhos para se aprofundarem na fé e na reflexão espiritual».

Por último, o Papa lembrou o projeto da «Sarça ardente», um convite à adoração incessante, dia e noite. A iniciativa tem o objetivo de fazer com que os cristãos «regressem ao Cenáculo» para alcançar a plena unidade e a conversão dos pecadores.

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Como é a religião do Islã, segundo nosso Papa

«Qualquer um que, conhecendo o Antigo e o Novo Testamento, lê o Alcorão (Islã) vê com clareza o processo de redução da Divina Revelação que nele se realiza. É impossível não advertir o afastamento do que Deus disse de Si mesmo, primeiro no Antigo Testamento por meio dos profetas e logo após na maneira definitiva no Novo(a) Testamento por meio de Seu Filho. Toda essa riqueza da auto-revelação de Deus, que constitui o patrimônio do Antigo e do Novo Testamento, no islamismo foi de fato abandonada.»Ao Deus do Alcorão se dão alguns nomes que estão entre os mais belos que conhece o linguagem humana, porém definitivamente é um Deus o qual está fora do mundo, um Deus que é só Majestade, nunca o Emmanuel, Deus-conosco.O islamismo não é uma religião de redenção. Não há nele o caminho da Cruz e da Ressurreição. Jesus é mencionado, porém só como profeta preparador do último profeta, Maomé.Também Maria é recordada, Sua Mãe virginal; porém está completamente ausente o drama da Redenção. Porisso, não somente a teologia, como também a antropologia do Islã, estão muito distantes da cristã.»Contudo, a religiosidade dos muçulmanos merece respeito. Não se pode deixar de admirar, por exemplo, sua fidelidade à oração.A imagem do que crê em Alá que, sem se preocupar nem com o tempo, nem com o local, prostram-se de joelhos e assumem a oração, é um modelo para os confessores do verdadeiro Deus, em particular para aqueles cristãos que, desertando de suas maravilhosas catedrais, rezam pouco ou não rezam em absoluto.»O Concílio chamou à Igreja ao diálogo também com os seguidores do «Profeta», e a Igreja caminha ao longo deste caminho. Lemos no «Nostra aetate»:"Se no transcurso dos séculos não poucas desavenças e inimizades surgiram entre cristãos e muçulmanos, o Sacrossanto Concílio exorta a todos a esquecer o passado e a exercitar sinceramente a mútua compreensão, além de defender e promover juntos, para todos os homens, a justiça social, os valores morais, a paz e a liberdade" (n. 3)» (Páginas 106 e 107).

Papa João Paulo II: Por quê há tantas religiões?

Se Deus é Um só e revelou-se em Jesus Cristo, por que permitiu tantas religiões? Esta é uma das perguntas que se pranteou na Jornada de oração em Assis a qual João Paulo II deu sua própria resposta.Apresentou-a o jornalista italiano Vittorio Messori no livro «Cruzando o portal da esperança» (Praça & Janés, 1994). O pontífice dedicou quatro capítulos para respondê-la.No livro o Papa afirma que «em vez de se surpreender de que a Providência permita tal variedade de religiões, deveríamos mais nos maravilharmos dos numerosos elementos comuns que se encontram entre elas».Cristo veio ao mundo para todos os povos, disse o Papa, « redimiu-os a todos e tem certamente Seus caminhos para chegar a cada um deles, na atual etapa escatológica da história da salvação. De fato, naquelas regiões muitos O aceitam e muitos mais tem n´Ele uma fé implícita (cf. Hebreus 11,6)».Apresentamos a continuação da opinião que expressa o Papa no livro sobre as diferentes religiões.OBS: Respostas de «Cruzando o Portal da Esperança»

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PRESERVATIVO, "SEXO SEGURO"?

Em seus habituais artigos semanais, o Cardeal Eugênio de Araújo Sales, Arcebispo emérito do Rio de Janeiro, denunciou que promover o preservativo sob o falso título de "sexo seguro" é uma "ofensa contra a verdade". O Cardeal declarou como é frequente, especialmente na época do carnaval, o lançamento de campanhas de distribuição de preservativos sob o título de "sexo seguro", sobretudo contra o vírus da AIDS.

"Com aplausos à nível internacional - disse o Cardeal - o Brasil se apresenta hoje como um modelo a ser seguido na luta contra a propagação deste terrível mal. A tônica utilizada através da mídia é a de que já se alcançou o dito "sexo seguro". Toda a campanha se concentra exclusivamente neste método, isto é, no preservativo."

Segundo o Cardeal Sales, esta exclusiva escolha pelo método do preservativo, preferindo-a a outros métodos, "parece muito estranho, principalmente por estar em jogo a vida humana. Diante da gravidade da epidemia, é incompreensível que organismos destinados a preservar a saúde, em suas informações, omitam ou deixem em semi-obscuridade a abstinência sexual ou, ao menos, o parceiro único. Não nos esqueçamos de que a promiscuidade sexual é um dos fatores mais importantes na difusão desse vírus".

Contudo, "o preservativo - adverte o Cardeal - chamado 'sexo seguro', na verdade, nem sempre o é. Todas as vezes que se rompe o látex, usado por alguém infectado, uma vida humana fica exposta. E o responsável por esse desastre escapa à punição". À respeito, o Cardeal comenta que existem alguns indícios de uma mudança de mentalidade, mas lamentavelmente elas ainda não foram bem recebidos no Brasil.

O Arcebispo emérito menciona, como exemplo, que o Senado de Nova Jersey acaba de aprovar uma lei que estabelece um adequado plano de promoção da abstinência sexual entre os alunos das escolas públicas, como única maneira confiável para evitar a gravidez precoce e as doenças decorrentes de relações sexuais, principalmente a AIDS. O Cardeal comenta, além disso, outra investigação realizada com o Serviço Médico do Exército francês que vinha repartindo preservativos à pessoas de outros lugares desde 1989. "Anos depois - explica o Cardeal Sales - , os resultados desse estudo mostram que eles não dão uma proteção absoluta".

"Quantos teriam evitado a contaminação por uma doença ainda sem cura - mortal, portanto -, se não tivessem sido enganados!", exclama o Cardeal; e declara que "uma campanha que apresenta o preservativo como estímulo ao sexo livre, promove a epidemia e recebe os aplausos dos que advogam o direito à sexualidade sem restrições. Quem prefere assegurar a vida, mesmo não sendo cristão, pratica a abstinência sexual ou decide firmemente por um parceiro único e imune ao vírus. Quem viajaria de avião, se, ao entrar no aeroporto, uma faixa anunciasse que somente 87% dos passageiros chegaria ao destino com vida?"

"Não me dirijo somente aos católicos mas a todas as pessoas que necessitam de uma palavra segura, independentemente do credo religioso que professam. Essas pessoas também devem ser instruídas para que evitem a pena de morte pelo vírus que ameaça a Humanidade", disse o Cardeal Sales. E conclui: "A proposta de um "sexo seguro" usando o preservativo fere a verdade. Mesmo os que não são cristãos também têm o direito de serem advertidos para a realidade. Por isso, vale para todos a norma do parceiro único, da fidelidade conjugal e jamais deixar-se ser objeto de uma propaganda que envolve uma inverdade. O preservativo apresentado como seguro - e não é - termina por fomentar a epidemia".

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MATRIMÔNIO É PARA SEMPRE!

Como é usual a cada ano, o Papa João Paulo II aproveitou o tradicional encontro com os membros da Rota Romana, no início do Ano Judicial, para destacar a necessidade de defender a indissolubilidade do matrimônio, que consiste num bênção ainda que mundo o apresente como uma "limitação".

Em seu discurso, o Pontífice descreveu a indissolubilidade matrimonial como um bem para os esposos, para os filhos, para a Igreja e para toda a humanidade. Por isso, destacou a importância de a apresentar "de maneira positiva" para "voltar-se a descobrir seu bem e sua beleza".

"Antes de mais nada faz-se necessário superar a visão da indissolubilidade como um limite à liberdade dos contraentes, e portanto, como um peso, que às vezes pode ser insuportável", disse o Papa. "A isto se acrescenta a idéia bastante difundida de que o matrimônio indissolúvel seria próprio dos os que crêem, de maneira que não podem pretender 'impô-lo' à sociedade civil em seu conjunto", agregou.

O Santo Padre sublinhou que a indissolubilidade matrimonial "expressa uma dimensão de seu próprio ser objetivo; não é um mero feito subjetivo. Por isso, o bem da indissolubilidade é o bem do próprio matrimônio; e na incompreensão da índole indissolúvel constitui a incompreensão do matrimônio em a sua essência".

Não se render ao mundo
João Paulo II exortou a "não se render" diante "da mentalidade favorável ao divórcio" e inspirar-se mais em "na confiança nos dons naturais e sobrenaturais de Deus ao homem". ''A atividade pastoral deve sustentar e promover a indissolubilidade'', agregou.

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